Plano de atividades
- A favor31
- Contra15
- Abstenção8
Aprovado por maioria
Animação ilustrativa: uma assembleia municipal de 56 lugares confirma o quórum, dá a palavra a um membro com o cronómetro a contar, vota o ponto três e a ata começa a ser redigida automaticamente.
Para câmaras, assembleias, juntas de freguesia e associações
Da convocatória ao portal do cidadão: ordem de trabalhos, presenças, votações, transmissão em direto e atas redigidas com IA em menos de 24 horas. Tudo ligado e rastreável.
Atas com inteligência artificial
A redação não parte só do áudio. Parte da ordem de trabalhos, dos documentos de cada ponto, das presenças e do registo das votações, e passa por quatro fases, cada uma com uma única tarefa.
Que partes do áudio se percebem, que documentos existem por ponto, onde há falhas de gravação.
Quem interveio, sobre que ponto, com que proposta e que sentido de voto. Ainda sem prosa.
Na estrutura oficial, no registo de redação do órgão e com o vocabulário da entidade.
Numeração, fórmulas de deliberação, votações, nomes e cargos têm de bater certo com o regimento e com o registo da sessão.
Três registos de redação, à escolha do órgão: clássico (oratio obliqua), híbrido e integral (ipsis verbis).
Conhecer as atas com IAO que muda
A ordem de trabalhos continua a ser preparada, as presenças conferidas, os votos contados e a ata assinada por quem responde por ela. O que desaparece é o vaivém entre caixas de correio, pastas partilhadas e folhas de cálculo que não falam umas com as outras.
Emails com anexos, várias versões e documentos soltos
A proposta, o parecer, quem esteve presente, como votou cada um e a ata que daí saiu ficam presos ao mesmo ponto da ordem de trabalhos. Deixa de haver a versão do email, a da pasta partilhada e a que alguém guardou no ambiente de trabalho.
Votações e resultados tratados à parte
O voto de cada membro fica no ponto a que pertence, com a maioria apurada pela regra do regimento. Quem lançou, alterou ou anulou o quê fica no registo de auditoria, e a transcrição fica guardada para quando alguém perguntar o que foi dito ao certo.
Atas escritas à mão durante dias ou semanas
Redigida com IA a partir do que ficou registado na sessão, revista por quem responde por ela e enviada aos membros. A aprovação continua a acontecer na sessão seguinte.
Transmissão desligada da sessão
Quem tem a palavra, o ponto em discussão e o resultado de cada votação passam para os grafismos da transmissão, a partir da consola de onde a mesa conduz a sessão.
Portal desatualizado e confuso
O portal do cidadão lê a mesma base de dados da plataforma. Atas aprovadas, editais, agenda e histórico de votações aparecem sem ninguém voltar a carregar ficheiros nem pedir que atualizem o site.
Mostramos o fluxo completo com o vosso regimento e o vosso tipo de órgão. Sem genéricos e sem compromisso.
A plataforma
Uma sessão pública começa semanas antes, na preparação da ordem de trabalhos, e só acaba quando o cidadão consegue consultar o que foi decidido. A plataforma acompanha as quatro etapas sem que nada tenha de ser escrito duas vezes.
01 · Antes
Convocar a reunião, montar a ordem de trabalhos com pontos e subpontos, definir intervenientes e permissões e juntar a cada ponto os documentos de que precisa. Tudo validado antes de a sessão começar.
Sessões, pontos, subpontos, intervenientes e validações organizados antes da reunião.
Documentos e anexos organizados por sessão, ponto, entidade e contexto. Versões controladas, sem ficheiros perdidos em emails ou pastas paralelas.
02 · Durante
A mesa conduz a reunião a partir de uma consola: presenças e quórum em tempo real, tempos de intervenção pelo regimento, votações nos três modos e grafismos para a transmissão.

Registo digital de presenças, com o quórum verificado por bancada, partido ou círculo e atualizado a cada entrada e saída.
Tempos de uso da palavra controlados em tempo real, conforme o regimento. Sessões dentro dos tempos previstos, sem discussões sobre quem falou demais.
Três modos de votação no mesmo sistema. Cada decisão fica ligada ao ponto da ordem de trabalhos, com resultados nominais ou agregados, conforme o regimento.
Orador, ponto em discussão e resultados de votação ao vivo prontos para os grafismos da emissão, com ligação às soluções de live streaming existentes.
03 · Depois
A ata é redigida com IA a partir de tudo o que ficou registado, revista por quem responde por ela e assinada. Votações, deliberações e histórico ficam ligados ao contexto certo.

Transcrição com identificação de oradores, OCR de notas em papel e uma redação em quatro fases que audita as fontes, extrai os factos, redige na estrutura oficial e confere o resultado com o regimento.
Ao fechar a sessão, as votações ficam consolidadas num relatório com votos nominais, resultados, tempos por ponto e taxa de aprovação. Exportável em PDF e pronto para alimentar a ata.
04 · Em público
O portal público lê a mesma base de dados da plataforma. Atas aprovadas, editais, deliberações e agenda chegam ao cidadão com a identidade da entidade, sem ninguém voltar a carregar ficheiros.

Sessões, documentos, deliberações e atas aprovadas publicadas para o cidadão, em cumprimento da transparência ativa e sem trabalho manual acrescido.
Mais do que reuniões
Numa câmara ou numa assembleia, o trabalho à volta da sessão é maior do que a sessão. Estes módulos partilham as mesmas contas, as mesmas permissões e o mesmo registo de auditoria.
Segurança
Reuniões privadas, pareceres jurídicos, processos disciplinares e dados pessoais de munícipes passam por aqui. O isolamento entre entidades não depende de ninguém se lembrar de o aplicar: o filtro da entidade é acrescentado a cada consulta à base de dados, e o perfil de administração da plataforma perde privilégios quando entra numa entidade cliente.
Cada pessoa vê o que o seu perfil permite e apenas os órgãos a que pertence. Um documento só chega ao portal se alguém o marcar como público, e num escrutínio secreto o sentido de voto individual nunca sai da sala.
Gravações, transcrições e atas não são usadas para treinar modelos, nem os nossos nem os dos fornecedores. O material de uma sessão serve para produzir a ata dessa sessão.
Um botão exporta a entidade inteira num único ficheiro: órgãos, membros, utilizadores, todas as sessões com agenda, presenças, votações e documentos, e o registo de auditoria completo em CSV. É o artigo 20.º do RGPD cumprido em código, não em promessa comercial. Os ficheiros também se descarregam por pasta ou por seleção, com a estrutura intacta.
Cada ata sai com um manifesto de validação impresso no próprio documento: identificador único, resumo SHA-256 e um endereço público onde qualquer pessoa confirma que aquele texto é o que foi emitido.
Ver como funciona a verificaçãoQuem leva software para um órgão que delibera tem de responder ao encarregado de proteção de dados, ao responsável pela segurança da informação e, desde 2 de agosto de 2026, às obrigações europeias sobre inteligência artificial.
Regulamento (UE) 2016/679
A entidade é a responsável pelo tratamento. A Plenários.pt é subcontratante e trata os dados para prestar o serviço contratado e mais nada.
Regulamento (UE) 2024/1689
A inteligência artificial propõe o texto. Não o aprova. A ata só passa a documento do órgão quando uma pessoa identificada a aprova, e essa aprovação fica registada com nome e hora.
Diretiva (UE) 2022/2555
A administração pública está no âmbito da diretiva. Um fornecedor que entra na cadeia de uma entidade abrangida tem de aguentar as medidas exigidas a essa entidade.
Lei n.º 75/2013 e Código do Procedimento Administrativo
A obrigação de dar a conhecer o que foi deliberado não termina quando a ata é aprovada. Termina quando o cidadão a consegue encontrar.
A qualificação jurídica final de cada tratamento e de cada sistema é da entidade e do seu encarregado de proteção de dados. O que fica acima é o que a plataforma entrega para sustentar essa análise, e pode ser verificado ponto por ponto na demonstração.
Proteção de dados e subcontratantes Transparência na utilização de IA
Clientes
Uma entidade já trabalha na plataforma e outras sete estão em implementação. Da convocatória ao portal do cidadão, as sessões públicas passam a correr num só sistema.
Em funcionamento

Com as sessões públicas a correr na plataforma, da convocatória à publicação.
Em implementação
7 entidades a entrar na plataforma
Os nomes são divulgados à medida que cada entidade arranca.
A vossa entidade pode ser a próxima. Na demonstração mostramos a implementação passo a passo, com o vosso regimento.
Agendar demonstraçãoPara quem
Uma reunião de câmara e um congresso não se conduzem da mesma maneira. O regimento de cada entidade fica configurado na plataforma: quem vota, o que faz maioria, como conta a abstenção e quem desempata.
Reuniões públicas e privadas, deliberações executivas, propostas, votações nominais e gestão das presenças do executivo.
Ordens de trabalhos extensas, presenças, intervenções por bancada, votações nominais e arquivo público obrigatório.
Operação simplificada, atas curtas e diretas, publicação acessível aos fregueses e histórico estruturado.
Assembleias gerais, eleições dos órgãos sociais, votações por cabeça e documentação para entidades reguladoras.
Agenda com vários painéis, participantes, momentos de votação temática e apoio à comunicação do evento.
Perguntas frequentes
Se faltar alguma, perguntem-nos diretamente. Respondemos a quem decide e a quem trata da proteção de dados.
Fazer uma perguntaA Plenários.pt é uma plataforma portuguesa de software como serviço (SaaS) que trata o ciclo completo de uma sessão institucional: convocar a reunião e montar a ordem de trabalhos, associar os documentos a cada ponto, registar as presenças e apurar o quórum, dar a palavra com o cronómetro a contar, pôr um ponto à votação nos três modos que os regimentos preveem (eletrónica, manual e secreta), redigir a ata com inteligência artificial, apoiar a transmissão em direto e publicar tudo num portal público de transparência. Está desenhada para câmaras municipais, assembleias municipais e de freguesia, juntas de freguesia, conselhos consultivos, associações e congressos. A redação de atas é a parte mais visível, mas a plataforma cobre a sessão inteira, do agendamento ao arquivo.
Agenda e ordem de trabalhos, com pontos, subpontos e os documentos associados a cada um. Gestão documental com OCR, para que um ficheiro digitalizado seja pesquisável pelo conteúdo e não apenas pelo nome. Presenças e quórum, apurado sobre o número legal efetivo do órgão. Cronómetros de intervenção, com os tempos definidos no regimento. Votação eletrónica, manual e secreta, com resultados nominais ou agregados. Inscrições para intervir, submetidas pelo próprio membro no telemóvel e aceites ou recusadas pela mesa. Requerimentos, com circuito próprio. Atas com inteligência artificial. Apoio à transmissão em direto, com grafismos comandados pelo que está a acontecer na sala. Portal público de transparência, com domínio próprio. Balcões de atendimento ao cidadão, com prazos de resposta. Regimento configurável, que manda no funcionamento real do órgão. E um painel de consumos onde a entidade vê, sessão a sessão, exatamente o que usou. Tudo partilha os mesmos dados, e é por isso que nada precisa de ser escrito duas vezes.
Sim. Deixa de ser preciso depender de emails com anexos, folhas de presenças soltas, pastas de documentos dispersas, sistemas de votação separados e ferramentas de transcrição isoladas. E não é um arquivo documental: um arquivo limita-se a guardar ficheiros, enquanto a Plenários.pt liga cada documento à ordem de trabalhos, às presenças, às intervenções, às votações, às deliberações, à ata gerada com IA e à publicação no portal. Passa a haver uma única fonte de verdade para preparar, conduzir, votar, redigir, publicar e arquivar.
Sim. A estrutura foi desenhada especificamente para entidades públicas portuguesas com sessões formais, documentação, votações nominais, intervenientes registados, transparência pública obrigatória e necessidade de histórico consultável a longo prazo. Inclui modelos próprios para cada tipo de órgão.
Documentos e anexos ficam associados à sessão, ao ponto da ordem de trabalhos e ao contexto certo. Facilita consulta interna, preparação da reunião, rastreabilidade entre documento e deliberação, e publicação controlada apenas dos ficheiros autorizados.
Sim. Suporta os três modelos de votação, com registo de resultados, ligação automática das decisões aos pontos da ordem de trabalhos e histórico organizado para consulta posterior. Os resultados ficam imediatamente disponíveis para inserção na ata.
Sim. O portal público apresenta sessões, documentos, deliberações, votações, atas aprovadas e histórico de forma estruturada e pesquisável. Os cidadãos encontram informação sem navegar por ficheiros dispersos ou páginas soltas, cumprindo as obrigações legais de transparência ativa.
Sim. A plataforma separa rigorosamente área reservada e área pública. Os serviços preparam toda a informação internamente e publicam apenas conteúdos validados, aprovados e autorizados pela mesa da entidade. Nada vai para o portal público sem ação humana explícita.
Sim. A informação organizada na plataforma (ordem de trabalhos, oradores, ponto em discussão, momentos de votação) pode apoiar grafismos automáticos, identificação de orador em direto e comunicação institucional durante a transmissão. Resulta numa transmissão mais clara e profissional.
Sim. A plataforma funciona como solução autónoma para preparação, condução, votação, redação de atas, documentação, arquivo e publicação pública, mesmo quando não existe transmissão em direto.
A Plenários.pt funciona inteiramente no navegador web, em qualquer computador moderno (Windows, macOS, Linux) e em dispositivos móveis para consulta. Não exige instalação local nem hardware proprietário. O acesso é feito com credenciais individuais por perfil.
Uma transcrição devolve o que foi dito, por ordem, palavra a palavra. Uma ata é outra coisa: é um documento oficial organizado pela ordem de trabalhos, escrito no registo que o regimento do órgão exige, com as deliberações e as votações apuradas ao lado do ponto a que pertencem. A Plenários.pt trata a redação em quatro fases encadeadas. Primeiro audita as fontes disponíveis - transcrição, documentos de cada ponto, presenças, votações, notas em papel digitalizadas por OCR - e planeia a estrutura do documento. Depois extrai os factos, sem os interpretar. Só então escreve a ata. E uma última fase confere o texto com o regimento da entidade e com os dados registados durante a sessão, para apanhar divergências antes de a proposta chegar a quem a tem de assinar. Cada órgão escolhe ainda o registo de redação que usa: discurso indireto, híbrido, ou ipsis verbis integral.
O áudio da sessão é captado e transcrito automaticamente, com a fala separada por orador. Em paralelo, as notas escritas em papel durante a sessão são digitalizadas por OCR (reconhecimento ótico de caracteres) e atribuídas ao ponto correto da ordem de trabalhos. Documentos, presenças e votações já registados na plataforma entram sem ser copiados à mão. A redação decorre depois em quatro fases: auditoria das fontes e plano do documento, extração dos factos, redação oficial e uma revisão final que confere o texto com o regimento da entidade. O resultado é uma proposta organizada por pontos e escrita no registo definido para aquele órgão. Em seguida, o responsável humano revê. A ata é assinada pelo técnico ou técnica responsável pelas atas e pela presidência do órgão, e enviada para apreciação de vereadores, deputados ou membros do órgão competente. Tempo total da sessão ao envio para apreciação: menos de 24 horas. A aprovação formal acontece em sessão seguinte.
A inteligência artificial produz uma proposta inicial. A versão final é sempre revista, validada e aprovada pelos responsáveis humanos da entidade segundo o circuito legal habitual de discussão e aprovação. A plataforma elimina o trabalho mecânico de transcrição e estruturação, mas mantém integralmente o controlo humano sobre a versão final. O valor legal é o mesmo de qualquer ata aprovada formalmente.
Atas que tradicionalmente demoram semanas, em casos extremos meses, ficam prontas para envio aos membros em menos de 24 horas. A proposta gerada pela IA fica disponível pouco depois do fim da sessão, sem passo manual pelo meio. A revisão humana, normalmente concentrada em ajustes finos, conclui-se em poucas horas. A ata é depois assinada pelo técnico ou técnica responsável e pela presidência do órgão, e encaminhada para apreciação. A aprovação formal acontece em sessão seguinte, como o regimento exige. O ganho não está só no relógio. O que desaparece é a transcrição manual, a cópia dos resultados das votações e a conferência das presenças, que passam a vir dos dados já registados durante a sessão.
As intervenções são atribuídas cruzando três fontes: as presenças registadas na sessão, a separação de oradores no áudio captado e a lista de membros configurada para o órgão. Mais importante, porém, é o que acontece quando o cruzamento não é conclusivo. A plataforma não inventa um nome. A ata declara, nesse mesmo parágrafo, que a identificação nominal não consta da transcrição disponível e que a confirmação depende da gravação original. Quem revê o texto vê exatamente onde está a dúvida, em vez de ter de confiar numa atribuição de aspeto plausível.
Sim. A Plenários.pt inclui OCR (reconhecimento ótico de caracteres) para digitalizar notas escritas em papel ou em blocos durante a sessão. As notas são convertidas em texto editável e atribuídas ao ponto correto da ordem de trabalhos, ficando integradas na proposta de ata gerada pela IA. Resolve um problema clássico das sessões formais portuguesas, onde anotações em papel são habituais e até hoje obrigam a transcrição manual demorada.
Sim. Cada geração fica guardada como uma versão numerada da ata daquela sessão, com o histórico à vista, e é sempre possível voltar atrás e comparar. A minuta para circulação imediata é um documento distinto, com o essencial das deliberações, produzido a partir do mesmo conteúdo. E quando o órgão aprova a ata, o texto aprovado passa a documento público da sessão: é assim que o portal a mostra ao cidadão, sem uma segunda versão suavizada escrita para consumo externo. O contrato diz quantas gerações estão incluídas por sessão, e o painel mostra a contagem à medida que decorre, para que uma geração adicional nunca seja uma surpresa na fatura.
Sim. As atas anteriores podem ser carregadas para a gestão documental, onde o OCR as torna pesquisáveis pelo conteúdo a par das novas, constituindo um arquivo digital único. O estilo de redação da entidade não se obtém por treino sobre esses ficheiros. Define-se de forma explícita, num ecrã próprio por órgão, onde os serviços indicam a terminologia da casa, as formas de tratamento e o registo de redação a usar. É uma decisão escrita e revogável, não um comportamento aprendido, o que significa que pode ser lida, discutida e alterada por quem responde pelas atas.
O servidor, a base de dados, os ficheiros e as cópias de segurança ficam alojados em território da União Europeia, com regras de retenção alinhadas com o RGPD. Alguns serviços especializados, como os modelos de linguagem que redigem a proposta de ata, tratam os dados fora do Espaço Económico Europeu, apenas para produzir o resultado pedido e com as garantias que o RGPD exige para essas transferências. Cada um está identificado, com a função e a localização, na página de proteção de dados. A entidade mantém propriedade plena das gravações, transcrições e atas geradas, e pode exportar tudo num único ficheiro, sem pagar para sair. Os modelos de inteligência artificial não são treinados com conteúdo dos clientes: o material de uma sessão serve para produzir a ata dessa sessão e mais nada.
O acesso é atribuído por perfil e por órgão: cada pessoa vê o que o seu perfil permite e apenas os órgãos a que pertence. A entrada exige verificação em dois passos. As ações relevantes são escritas num registo de auditoria com autor, momento e contexto, exportável. As áreas públicas e reservadas estão separadas ao nível da consulta e não do interface, para que um documento reservado não chegue ao portal por engano. Operações destrutivas, como eliminar uma entidade, exigem cópia de segurança e um segundo fator antes de correrem. E num escrutínio secreto o sentido de voto individual nunca fica guardado de forma que permita reconstituí-lo. Está alinhada com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) e com as práticas de mitigação de risco da Diretiva NIS2.
As obrigações de transparência do Regulamento (UE) 2024/1689 aplicam-se desde 2 de agosto de 2026. O princípio da plataforma é anterior a essa data e é simples: a inteligência artificial propõe o texto, nunca o aprova. A ata só passa a documento do órgão quando uma pessoa identificada a aprova, e essa aprovação fica registada com nome e hora. Antes disso o texto é livremente editável, e cada geração e cada revisão ficam guardadas como versões numeradas, o que permite distinguir o que veio da máquina do que foi escrito por pessoas. Cada execução deixa registo próprio da fase, do motor, do momento e do custo. O conteúdo da entidade não é usado para treinar modelos. A qualificação jurídica final do sistema cabe à entidade e ao seu encarregado de proteção de dados, e a plataforma entrega o registo que sustenta essa análise.
A organização por sessão, ponto, documento, presença, votação e resultado cria um histórico estruturado e auditável. As ações relevantes são escritas num registo de auditoria com autor, momento e contexto, que sai em CSV. E cada ata impressa leva um manifesto de validação: identificador único, resumo criptográfico SHA-256 do conteúdo e um endereço público onde qualquer pessoa confirma que o texto que tem em mãos é o que foi gerado e não foi alterado depois. É a diferença entre dizer que o arquivo é de confiança e deixar que um terceiro o verifique sem pedir autorização a ninguém.
O arranque típico inclui configuração inicial da entidade, importação de órgãos e membros, definição de permissões por perfil, apoio na estruturação das primeiras sessões, formação operacional dos responsáveis e acompanhamento técnico durante as primeiras semanas de utilização real.
Sim. A implementação pode começar pela gestão de sessões e documentos, evoluir para votação eletrónica e portal público, e finalmente integrar transcrição automática, atas com IA e apoio a transmissão. O ritmo é definido pela entidade.
O preço é adaptado ao tipo e dimensão da entidade, ao volume de sessões e aos módulos contratados, e geralmente assenta em subscrição anual. É apresentado depois da demonstração, numa proposta para o contexto específico da entidade interessada.
O fluxo completo aplicado ao vosso tipo de órgão, os benefícios concretos e o impacto medido em tempo poupado. A proposta de preço para o vosso contexto segue depois da demonstração. Os detalhes técnicos internos de configuração e funcionamento não são mostrados, porque são propriedade intelectual do produto. Os aspetos sensíveis são tratados em conversa direta com quem decide.
Vinte e cinco minutos
É a forma mais rápida de perceber se isto serve: o vosso regimento, o vosso tipo de órgão, a vossa terminologia. Sem apresentação de vendas nem compromisso.
Privacidade
O que este site guarda no seu navegador, e porquê. A decisão fica guardada neste navegador e pode rever este painel a qualquer momento, no rodapé do site.
Protegem o formulário de pedido de demonstração contra envios forjados e guardam a escolha que faz neste painel. Sem eles não é possível enviar o formulário.
__Host-plenarios_sessionsó nas páginas do formulário, até fechar o navegadorplenarios_consentesta escolha, durante 180 diasNão registam a sua navegação e não são partilhados com ninguém.
Este site não usa cookies de publicidade, de medição de audiências nem de seguimento. Detalhes na Política de cookies e na Política de privacidade.