Animação ilustrativa: uma assembleia municipal de 56 lugares confirma o quórum, dá a palavra a um membro com o cronómetro a contar, vota o ponto três e a ata começa a ser redigida automaticamente.

Para câmaras, assembleias, juntas de freguesia e associações

Toda a sessão pública. Numa só plataforma.

Da convocatória ao portal do cidadão: ordem de trabalhos, presenças, votações, transmissão em direto e atas redigidas com IA em menos de 24 horas. Tudo ligado e rastreável.

  • Atas em menos de 24 h
  • Dados alojados na UE
  • RGPD · AI Act · NIS2
< 24 h
da sessão à ata pronta para assinatura
3
modos de votação: eletrónica, manual e secreta
0
gravações ou atas usadas para treinar modelos
UE
dados alojados em território europeu
PT · EN
plataforma e portais nos dois idiomas

Atas com inteligência artificial

A ata fica pronta em 24 horas porque a sessão já estava registada.

A redação não parte só do áudio. Parte da ordem de trabalhos, dos documentos de cada ponto, das presenças e do registo das votações, e passa por quatro fases, cada uma com uma única tarefa.

  1. 1

    Auditar as fontes

    Que partes do áudio se percebem, que documentos existem por ponto, onde há falhas de gravação.

  2. 2

    Extrair os factos

    Quem interveio, sobre que ponto, com que proposta e que sentido de voto. Ainda sem prosa.

  3. 3

    Redigir

    Na estrutura oficial, no registo de redação do órgão e com o vocabulário da entidade.

  4. 4

    Conferir o texto final

    Numeração, fórmulas de deliberação, votações, nomes e cargos têm de bater certo com o regimento e com o registo da sessão.

Três registos de redação, à escolha do órgão: clássico (oratio obliqua), híbrido e integral (ipsis verbis).

Conhecer as atas com IA

O que muda

O trabalho não muda de natureza. Muda de sítio.

A ordem de trabalhos continua a ser preparada, as presenças conferidas, os votos contados e a ata assinada por quem responde por ela. O que desaparece é o vaivém entre caixas de correio, pastas partilhadas e folhas de cálculo que não falam umas com as outras.

  1. Hoje

    Emails com anexos, várias versões e documentos soltos

    Acaba a caça ao ficheiro

    A proposta, o parecer, quem esteve presente, como votou cada um e a ata que daí saiu ficam presos ao mesmo ponto da ordem de trabalhos. Deixa de haver a versão do email, a da pasta partilhada e a que alguém guardou no ambiente de trabalho.

  2. Hoje

    Votações e resultados tratados à parte

    Uma deliberação contestada aguenta o exame

    O voto de cada membro fica no ponto a que pertence, com a maioria apurada pela regra do regimento. Quem lançou, alterou ou anulou o quê fica no registo de auditoria, e a transcrição fica guardada para quando alguém perguntar o que foi dito ao certo.

  3. Hoje

    Atas escritas à mão durante dias ou semanas

    A ata sai em menos de 24 horas

    Redigida com IA a partir do que ficou registado na sessão, revista por quem responde por ela e enviada aos membros. A aprovação continua a acontecer na sessão seguinte.

  4. Hoje

    Transmissão desligada da sessão

    A emissão sabe o que se passa na sala

    Quem tem a palavra, o ponto em discussão e o resultado de cada votação passam para os grafismos da transmissão, a partir da consola de onde a mesa conduz a sessão.

  5. Hoje

    Portal desatualizado e confuso

    Publicar deixa de ser uma tarefa

    O portal do cidadão lê a mesma base de dados da plataforma. Atas aprovadas, editais, agenda e histórico de votações aparecem sem ninguém voltar a carregar ficheiros nem pedir que atualizem o site.

A diferença vê-se numa sessão real.

Mostramos o fluxo completo com o vosso regimento e o vosso tipo de órgão. Sem genéricos e sem compromisso.

Agendar demonstração

A plataforma

Antes, durante, depois e em público.

Uma sessão pública começa semanas antes, na preparação da ordem de trabalhos, e só acaba quando o cidadão consegue consultar o que foi decidido. A plataforma acompanha as quatro etapas sem que nada tenha de ser escrito duas vezes.

01 · Antes

Preparar a sessão

Convocar a reunião, montar a ordem de trabalhos com pontos e subpontos, definir intervenientes e permissões e juntar a cada ponto os documentos de que precisa. Tudo validado antes de a sessão começar.

Ordem de trabalhos com os documentos presos a cada ponto.

Ordem de trabalhos

Sessões, pontos, subpontos, intervenientes e validações organizados antes da reunião.

  • Convocatória e agenda por sessão
  • Pontos e subpontos com os seus documentos
  • Intervenientes e permissões definidos à partida
  • Regimento configurado, do quórum às formas de votação

Gestão documental por sessão

Documentos e anexos organizados por sessão, ponto, entidade e contexto. Versões controladas, sem ficheiros perdidos em emails ou pastas paralelas.

  • Documentos anexados ao ponto correto
  • Controlo de versões e histórico
  • Acesso conforme o perfil do utilizador
  • Ligação automática à ata final

02 · Durante

Conduzir a sessão

A mesa conduz a reunião a partir de uma consola: presenças e quórum em tempo real, tempos de intervenção pelo regimento, votações nos três modos e grafismos para a transmissão.

Votação eletrónica em tempo real na plataforma Plenários.pt
Votação eletrónica em tempo real. Cada proposta votada com resultados ao segundo: a favor, contra e abstenções, percentagem de participação e votos em falta. Modo eletrónico, manual ou secreto, sempre ligado ao ponto da ordem de trabalhos.

Presenças e quórum automático

Registo digital de presenças, com o quórum verificado por bancada, partido ou círculo e atualizado a cada entrada e saída.

  • Check-in dos membros à chegada
  • Quórum sobre o número legal efetivo do órgão
  • Marcação por bancada quando aplicável
  • Histórico de assiduidade por mandato

Cronómetros de intervenção

Tempos de uso da palavra controlados em tempo real, conforme o regimento. Sessões dentro dos tempos previstos, sem discussões sobre quem falou demais.

  • Tempos diferenciados por tipo de intervenção
  • Avisos visuais e sonoros configuráveis
  • Inscrições pedidas no telemóvel e aceites pela mesa
  • Histórico de tempos por orador

Votação eletrónica, manual e secreta

Três modos de votação no mesmo sistema. Cada decisão fica ligada ao ponto da ordem de trabalhos, com resultados nominais ou agregados, conforme o regimento.

  • Votação nominal pública com identificação
  • Votação secreta para deliberações sensíveis
  • Votação manual com registo digital
  • Resultados imediatos para a ata

Apoio à transmissão em direto

Orador, ponto em discussão e resultados de votação ao vivo prontos para os grafismos da emissão, com ligação às soluções de live streaming existentes.

  • Identificação automática do orador
  • Grafismos prontos para emissão
  • Resultados de votação em direto
  • Ligação a OBS, vMix ou semelhantes

03 · Depois

Redigir e registar

A ata é redigida com IA a partir de tudo o que ficou registado, revista por quem responde por ela e assinada. Votações, deliberações e histórico ficam ligados ao contexto certo.

Relatório final e mapa de deliberações na plataforma Plenários.pt
Relatório final e mapa de deliberações. Ao fechar a sessão, todas as votações ficam consolidadas num relatório com votos nominais, resultados, tempos por ponto e taxa de aprovação. Exportável em PDF e pronto para alimentar a ata.

Atas com inteligência artificial

Transcrição com identificação de oradores, OCR de notas em papel e uma redação em quatro fases que audita as fontes, extrai os factos, redige na estrutura oficial e confere o resultado com o regimento.

  • Transcrição com identificação de cada interveniente
  • OCR de notas escritas à mão
  • Três registos: oratio obliqua, híbrido ou ipsis verbis
  • Vocabulário e regras de redação por órgão
Conhecer as atas com IA

Relatório final da sessão

Ao fechar a sessão, as votações ficam consolidadas num relatório com votos nominais, resultados, tempos por ponto e taxa de aprovação. Exportável em PDF e pronto para alimentar a ata.

04 · Em público

Publicar para o cidadão

O portal público lê a mesma base de dados da plataforma. Atas aprovadas, editais, deliberações e agenda chegam ao cidadão com a identidade da entidade, sem ninguém voltar a carregar ficheiros.

Portal público de transparência na plataforma Plenários.pt
Portal público de transparência. Sessões, documentos, composição dos órgãos e atas aprovadas publicados automaticamente para o cidadão, com a identidade visual da entidade. Transparência ativa sem trabalho manual acrescido.

Portal público de transparência

Sessões, documentos, deliberações e atas aprovadas publicadas para o cidadão, em cumprimento da transparência ativa e sem trabalho manual acrescido.

  • Atas aprovadas publicadas com um clique
  • Arquivo pesquisável por mandato e tema
  • Documentos acessíveis e exportáveis
  • Só é público o que alguém marca como público

Mais do que reuniões

Tudo o que acontece à volta da sessão.

Numa câmara ou numa assembleia, o trabalho à volta da sessão é maior do que a sessão. Estes módulos partilham as mesmas contas, as mesmas permissões e o mesmo registo de auditoria.

Gestão documental

  • Repositório central da entidade, com pastas, permissões e reciclagem
  • Reconhecimento ótico de PDF e imagens, incluindo digitalizações antigas
  • Pesquisa por texto integral e por significado
  • Partilhas com validade e descarregamento em lote

Atendimento e participação

  • Requerimentos dos membros, encaminhados e respondidos com prazo
  • Balcões de atendimento com fila, responsável e vigilância de prazos
  • Inscrições para intervir pedidas na aplicação e aceites pela mesa
  • Alertas por email para quem subscreve sessões, atas ou notícias

Organização

  • Órgãos, mandatos, membros e histórico de assiduidade
  • Estrutura orgânica ligada aos pelouros e aos seus titulares
  • Regimento com assistente de configuração, do quórum às formas de votação
  • Contas, perfis e permissões por órgão, com verificação em dois passos

A sessão em direto

  • Consola da mesa, com o ponto em discussão e quem tem a palavra
  • Votação a partir do telemóvel ou tablet de cada membro
  • Grafismos de votação e de orador para a emissão
  • Quórum calculado sobre o número legal efetivo do órgão

Portais públicos

  • Domínio próprio da entidade, com identidade, menus e secções à escolha
  • Agenda, notícias, eventos, equipamentos culturais, galeria e compromissos
  • Página por eleito, com presenças e sentido de voto
  • Estatísticas de consulta do portal

Gestão da própria plataforma

  • Consumos por sessão e por serviço, com o custo real à vista
  • Registo de auditoria de quem fez o quê e quando
  • Salvaguardas automáticas e cofre imutável fora da infraestrutura corrente
  • Interface e portais em português e inglês

Segurança

Uma sessão à porta fechada tem de continuar fechada.

Reuniões privadas, pareceres jurídicos, processos disciplinares e dados pessoais de munícipes passam por aqui. O isolamento entre entidades não depende de ninguém se lembrar de o aplicar: o filtro da entidade é acrescentado a cada consulta à base de dados, e o perfil de administração da plataforma perde privilégios quando entra numa entidade cliente.

Cada pessoa vê o que o seu perfil permite e apenas os órgãos a que pertence. Um documento só chega ao portal se alguém o marcar como público, e num escrutínio secreto o sentido de voto individual nunca sai da sala.

  • Verificação em dois passos no acesso
  • Permissões por perfil e por órgão
  • Cada consulta filtrada pela entidade
  • Segredos cifrados em repouso
  • Registo de auditoria de cada ação
  • Cofre imutável contra ransomware
  • Nada do que é vosso treina modelos
  • Dados alojados na União Europeia

A IA escreve a ata dessa sessão e mais nada

Gravações, transcrições e atas não são usadas para treinar modelos, nem os nossos nem os dos fornecedores. O material de uma sessão serve para produzir a ata dessa sessão.

O arquivo sai convosco. Sem pedir, sem pagar, sem esperar.

Um botão exporta a entidade inteira num único ficheiro: órgãos, membros, utilizadores, todas as sessões com agenda, presenças, votações e documentos, e o registo de auditoria completo em CSV. É o artigo 20.º do RGPD cumprido em código, não em promessa comercial. Os ficheiros também se descarregam por pasta ou por seleção, com a estrutura intacta.

Qualquer pessoa confirma que uma ata não foi alterada

Cada ata sai com um manifesto de validação impresso no próprio documento: identificador único, resumo SHA-256 e um endereço público onde qualquer pessoa confirma que aquele texto é o que foi emitido.

Ver como funciona a verificação

O que a lei exige, e onde isso está no produto.

Quem leva software para um órgão que delibera tem de responder ao encarregado de proteção de dados, ao responsável pela segurança da informação e, desde 2 de agosto de 2026, às obrigações europeias sobre inteligência artificial.

Regulamento (UE) 2016/679

Proteção de dados

A entidade é a responsável pelo tratamento. A Plenários.pt é subcontratante e trata os dados para prestar o serviço contratado e mais nada.

  • Dados alojados em território da União Europeia
  • Subcontratantes identificados, com a localização e as garantias de cada um
  • Prazos de conservação definidos pela entidade, não pelo fornecedor
  • Exportação integral num único ficheiro, a qualquer momento
  • Registo de auditoria com autor, momento e contexto, exportável
  • Num escrutínio secreto, o sentido de voto individual não fica guardado

Regulamento (UE) 2024/1689

Inteligência artificial

A inteligência artificial propõe o texto. Não o aprova. A ata só passa a documento do órgão quando uma pessoa identificada a aprova, e essa aprovação fica registada com nome e hora.

  • A responsabilidade editorial é sempre de uma pessoa, e fica registada
  • Cada geração fica numerada como versão, separando o que veio da máquina do que foi escrito por pessoas
  • Cada execução deixa registo da fase, do motor, do momento e do custo
  • O texto é editável antes da aprovação, e a revisão fica versionada
  • Conteúdo da entidade não é usado para treinar modelos

Diretiva (UE) 2022/2555

Segurança da informação

A administração pública está no âmbito da diretiva. Um fornecedor que entra na cadeia de uma entidade abrangida tem de aguentar as medidas exigidas a essa entidade.

  • Verificação em dois passos no acesso à plataforma
  • Permissões por perfil e por órgão, aplicadas na consulta e não no ecrã
  • Cópias de segurança em cofre imutável contra ransomware
  • Operações destrutivas exigem cópia de segurança e um segundo fator
  • Registo de auditoria que permite reconstituir o que aconteceu e quando

Lei n.º 75/2013 e Código do Procedimento Administrativo

Publicidade das deliberações

A obrigação de dar a conhecer o que foi deliberado não termina quando a ata é aprovada. Termina quando o cidadão a consegue encontrar.

  • Editais e deliberações publicados no portal público da entidade
  • Atas aprovadas acessíveis ao cidadão, pesquisáveis e com histórico
  • Documentos reservados separados dos públicos ao nível da consulta
  • Cada ata sai com identificador, hash SHA-256 e endereço público de validação

A qualificação jurídica final de cada tratamento e de cada sistema é da entidade e do seu encarregado de proteção de dados. O que fica acima é o que a plataforma entrega para sustentar essa análise, e pode ser verificado ponto por ponto na demonstração.

Clientes

As entidades que já estão na Plenários.pt.

Uma entidade já trabalha na plataforma e outras sete estão em implementação. Da convocatória ao portal do cidadão, as sessões públicas passam a correr num só sistema.

Em funcionamento

  • Município de Fornos de Algodres Distrito da Guarda

Com as sessões públicas a correr na plataforma, da convocatória à publicação.

Fornos de Algodres
Mapa de Portugal continental com as entidades clientes assinaladas.

Em implementação

7 entidades a entrar na plataforma

Os nomes são divulgados à medida que cada entidade arranca.

  1. 1ConfiguraçãoEntidade, órgãos e regimento
  2. 2Membros e acessosImportação dos membros e permissões por perfil
  3. 3FormaçãoDos serviços que preparam e conduzem as sessões
  4. 4Primeiras sessõesCom acompanhamento técnico nas primeiras semanas

A vossa entidade pode ser a próxima. Na demonstração mostramos a implementação passo a passo, com o vosso regimento.

Agendar demonstração

Para quem

Cada órgão tem o seu regimento. A plataforma segue-o.

Uma reunião de câmara e um congresso não se conduzem da mesma maneira. O regimento de cada entidade fica configurado na plataforma: quem vota, o que faz maioria, como conta a abstenção e quem desempata.

Câmaras municipais

Reuniões públicas e privadas, deliberações executivas, propostas, votações nominais e gestão das presenças do executivo.

Assembleias municipais

Ordens de trabalhos extensas, presenças, intervenções por bancada, votações nominais e arquivo público obrigatório.

Juntas de freguesia

Operação simplificada, atas curtas e diretas, publicação acessível aos fregueses e histórico estruturado.

Associações e clubes

Assembleias gerais, eleições dos órgãos sociais, votações por cabeça e documentação para entidades reguladoras.

Congressos

Agenda com vários painéis, participantes, momentos de votação temática e apoio à comunicação do evento.

Perguntas frequentes

As perguntas que nos fazem sempre.

Se faltar alguma, perguntem-nos diretamente. Respondemos a quem decide e a quem trata da proteção de dados.

Fazer uma pergunta
O que é a Plenários.pt?

A Plenários.pt é uma plataforma portuguesa de software como serviço (SaaS) que trata o ciclo completo de uma sessão institucional: convocar a reunião e montar a ordem de trabalhos, associar os documentos a cada ponto, registar as presenças e apurar o quórum, dar a palavra com o cronómetro a contar, pôr um ponto à votação nos três modos que os regimentos preveem (eletrónica, manual e secreta), redigir a ata com inteligência artificial, apoiar a transmissão em direto e publicar tudo num portal público de transparência. Está desenhada para câmaras municipais, assembleias municipais e de freguesia, juntas de freguesia, conselhos consultivos, associações e congressos. A redação de atas é a parte mais visível, mas a plataforma cobre a sessão inteira, do agendamento ao arquivo.

Que módulos estão incluídos na plataforma Plenários.pt?

Agenda e ordem de trabalhos, com pontos, subpontos e os documentos associados a cada um. Gestão documental com OCR, para que um ficheiro digitalizado seja pesquisável pelo conteúdo e não apenas pelo nome. Presenças e quórum, apurado sobre o número legal efetivo do órgão. Cronómetros de intervenção, com os tempos definidos no regimento. Votação eletrónica, manual e secreta, com resultados nominais ou agregados. Inscrições para intervir, submetidas pelo próprio membro no telemóvel e aceites ou recusadas pela mesa. Requerimentos, com circuito próprio. Atas com inteligência artificial. Apoio à transmissão em direto, com grafismos comandados pelo que está a acontecer na sala. Portal público de transparência, com domínio próprio. Balcões de atendimento ao cidadão, com prazos de resposta. Regimento configurável, que manda no funcionamento real do órgão. E um painel de consumos onde a entidade vê, sessão a sessão, exatamente o que usou. Tudo partilha os mesmos dados, e é por isso que nada precisa de ser escrito duas vezes.

A Plenários.pt substitui as ferramentas que usamos hoje?

Sim. Deixa de ser preciso depender de emails com anexos, folhas de presenças soltas, pastas de documentos dispersas, sistemas de votação separados e ferramentas de transcrição isoladas. E não é um arquivo documental: um arquivo limita-se a guardar ficheiros, enquanto a Plenários.pt liga cada documento à ordem de trabalhos, às presenças, às intervenções, às votações, às deliberações, à ata gerada com IA e à publicação no portal. Passa a haver uma única fonte de verdade para preparar, conduzir, votar, redigir, publicar e arquivar.

A plataforma está preparada para câmaras municipais, assembleias e juntas de freguesia?

Sim. A estrutura foi desenhada especificamente para entidades públicas portuguesas com sessões formais, documentação, votações nominais, intervenientes registados, transparência pública obrigatória e necessidade de histórico consultável a longo prazo. Inclui modelos próprios para cada tipo de órgão.

Como funciona a gestão documental das sessões?

Documentos e anexos ficam associados à sessão, ao ponto da ordem de trabalhos e ao contexto certo. Facilita consulta interna, preparação da reunião, rastreabilidade entre documento e deliberação, e publicação controlada apenas dos ficheiros autorizados.

A plataforma suporta votação eletrónica, manual e secreta?

Sim. Suporta os três modelos de votação, com registo de resultados, ligação automática das decisões aos pontos da ordem de trabalhos e histórico organizado para consulta posterior. Os resultados ficam imediatamente disponíveis para inserção na ata.

Existe portal público para transparência municipal?

Sim. O portal público apresenta sessões, documentos, deliberações, votações, atas aprovadas e histórico de forma estruturada e pesquisável. Os cidadãos encontram informação sem navegar por ficheiros dispersos ou páginas soltas, cumprindo as obrigações legais de transparência ativa.

A publicação pública pode ser controlada pelos serviços internos?

Sim. A plataforma separa rigorosamente área reservada e área pública. Os serviços preparam toda a informação internamente e publicam apenas conteúdos validados, aprovados e autorizados pela mesa da entidade. Nada vai para o portal público sem ação humana explícita.

A Plenários.pt pode apoiar live streaming de reuniões públicas?

Sim. A informação organizada na plataforma (ordem de trabalhos, oradores, ponto em discussão, momentos de votação) pode apoiar grafismos automáticos, identificação de orador em direto e comunicação institucional durante a transmissão. Resulta numa transmissão mais clara e profissional.

A plataforma pode ser usada sem live streaming?

Sim. A plataforma funciona como solução autónoma para preparação, condução, votação, redação de atas, documentação, arquivo e publicação pública, mesmo quando não existe transmissão em direto.

A plataforma funciona em qualquer computador ou só em equipamento específico?

A Plenários.pt funciona inteiramente no navegador web, em qualquer computador moderno (Windows, macOS, Linux) e em dispositivos móveis para consulta. Não exige instalação local nem hardware proprietário. O acesso é feito com credenciais individuais por perfil.

Que diferença existe entre isto e uma transcrição automática?

Uma transcrição devolve o que foi dito, por ordem, palavra a palavra. Uma ata é outra coisa: é um documento oficial organizado pela ordem de trabalhos, escrito no registo que o regimento do órgão exige, com as deliberações e as votações apuradas ao lado do ponto a que pertencem. A Plenários.pt trata a redação em quatro fases encadeadas. Primeiro audita as fontes disponíveis - transcrição, documentos de cada ponto, presenças, votações, notas em papel digitalizadas por OCR - e planeia a estrutura do documento. Depois extrai os factos, sem os interpretar. Só então escreve a ata. E uma última fase confere o texto com o regimento da entidade e com os dados registados durante a sessão, para apanhar divergências antes de a proposta chegar a quem a tem de assinar. Cada órgão escolhe ainda o registo de redação que usa: discurso indireto, híbrido, ou ipsis verbis integral.

Como funciona a redação automática de atas com IA na Plenários.pt?

O áudio da sessão é captado e transcrito automaticamente, com a fala separada por orador. Em paralelo, as notas escritas em papel durante a sessão são digitalizadas por OCR (reconhecimento ótico de caracteres) e atribuídas ao ponto correto da ordem de trabalhos. Documentos, presenças e votações já registados na plataforma entram sem ser copiados à mão. A redação decorre depois em quatro fases: auditoria das fontes e plano do documento, extração dos factos, redação oficial e uma revisão final que confere o texto com o regimento da entidade. O resultado é uma proposta organizada por pontos e escrita no registo definido para aquele órgão. Em seguida, o responsável humano revê. A ata é assinada pelo técnico ou técnica responsável pelas atas e pela presidência do órgão, e enviada para apreciação de vereadores, deputados ou membros do órgão competente. Tempo total da sessão ao envio para apreciação: menos de 24 horas. A aprovação formal acontece em sessão seguinte.

A ata gerada por inteligência artificial tem valor legal?

A inteligência artificial produz uma proposta inicial. A versão final é sempre revista, validada e aprovada pelos responsáveis humanos da entidade segundo o circuito legal habitual de discussão e aprovação. A plataforma elimina o trabalho mecânico de transcrição e estruturação, mas mantém integralmente o controlo humano sobre a versão final. O valor legal é o mesmo de qualquer ata aprovada formalmente.

Quanto tempo poupa a redação automática de atas?

Atas que tradicionalmente demoram semanas, em casos extremos meses, ficam prontas para envio aos membros em menos de 24 horas. A proposta gerada pela IA fica disponível pouco depois do fim da sessão, sem passo manual pelo meio. A revisão humana, normalmente concentrada em ajustes finos, conclui-se em poucas horas. A ata é depois assinada pelo técnico ou técnica responsável e pela presidência do órgão, e encaminhada para apreciação. A aprovação formal acontece em sessão seguinte, como o regimento exige. O ganho não está só no relógio. O que desaparece é a transcrição manual, a cópia dos resultados das votações e a conferência das presenças, que passam a vir dos dados já registados durante a sessão.

A plataforma identifica corretamente cada interveniente da sessão?

As intervenções são atribuídas cruzando três fontes: as presenças registadas na sessão, a separação de oradores no áudio captado e a lista de membros configurada para o órgão. Mais importante, porém, é o que acontece quando o cruzamento não é conclusivo. A plataforma não inventa um nome. A ata declara, nesse mesmo parágrafo, que a identificação nominal não consta da transcrição disponível e que a confirmação depende da gravação original. Quem revê o texto vê exatamente onde está a dúvida, em vez de ter de confiar numa atribuição de aspeto plausível.

A plataforma reconhece notas escritas à mão em papel durante a sessão?

Sim. A Plenários.pt inclui OCR (reconhecimento ótico de caracteres) para digitalizar notas escritas em papel ou em blocos durante a sessão. As notas são convertidas em texto editável e atribuídas ao ponto correto da ordem de trabalhos, ficando integradas na proposta de ata gerada pela IA. Resolve um problema clássico das sessões formais portuguesas, onde anotações em papel são habituais e até hoje obrigam a transcrição manual demorada.

É possível gerar a ata mais do que uma vez?

Sim. Cada geração fica guardada como uma versão numerada da ata daquela sessão, com o histórico à vista, e é sempre possível voltar atrás e comparar. A minuta para circulação imediata é um documento distinto, com o essencial das deliberações, produzido a partir do mesmo conteúdo. E quando o órgão aprova a ata, o texto aprovado passa a documento público da sessão: é assim que o portal a mostra ao cidadão, sem uma segunda versão suavizada escrita para consumo externo. O contrato diz quantas gerações estão incluídas por sessão, e o painel mostra a contagem à medida que decorre, para que uma geração adicional nunca seja uma surpresa na fatura.

É possível migrar atas antigas para a plataforma?

Sim. As atas anteriores podem ser carregadas para a gestão documental, onde o OCR as torna pesquisáveis pelo conteúdo a par das novas, constituindo um arquivo digital único. O estilo de redação da entidade não se obtém por treino sobre esses ficheiros. Define-se de forma explícita, num ecrã próprio por órgão, onde os serviços indicam a terminologia da casa, as formas de tratamento e o registo de redação a usar. É uma decisão escrita e revogável, não um comportamento aprendido, o que significa que pode ser lida, discutida e alterada por quem responde pelas atas.

Onde ficam armazenados os dados das sessões e das atas?

O servidor, a base de dados, os ficheiros e as cópias de segurança ficam alojados em território da União Europeia, com regras de retenção alinhadas com o RGPD. Alguns serviços especializados, como os modelos de linguagem que redigem a proposta de ata, tratam os dados fora do Espaço Económico Europeu, apenas para produzir o resultado pedido e com as garantias que o RGPD exige para essas transferências. Cada um está identificado, com a função e a localização, na página de proteção de dados. A entidade mantém propriedade plena das gravações, transcrições e atas geradas, e pode exportar tudo num único ficheiro, sem pagar para sair. Os modelos de inteligência artificial não são treinados com conteúdo dos clientes: o material de uma sessão serve para produzir a ata dessa sessão e mais nada.

A solução está alinhada com RGPD e boas práticas NIS2?

O acesso é atribuído por perfil e por órgão: cada pessoa vê o que o seu perfil permite e apenas os órgãos a que pertence. A entrada exige verificação em dois passos. As ações relevantes são escritas num registo de auditoria com autor, momento e contexto, exportável. As áreas públicas e reservadas estão separadas ao nível da consulta e não do interface, para que um documento reservado não chegue ao portal por engano. Operações destrutivas, como eliminar uma entidade, exigem cópia de segurança e um segundo fator antes de correrem. E num escrutínio secreto o sentido de voto individual nunca fica guardado de forma que permita reconstituí-lo. Está alinhada com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) e com as práticas de mitigação de risco da Diretiva NIS2.

Como é que a plataforma responde ao Regulamento Europeu de Inteligência Artificial (AI Act)?

As obrigações de transparência do Regulamento (UE) 2024/1689 aplicam-se desde 2 de agosto de 2026. O princípio da plataforma é anterior a essa data e é simples: a inteligência artificial propõe o texto, nunca o aprova. A ata só passa a documento do órgão quando uma pessoa identificada a aprova, e essa aprovação fica registada com nome e hora. Antes disso o texto é livremente editável, e cada geração e cada revisão ficam guardadas como versões numeradas, o que permite distinguir o que veio da máquina do que foi escrito por pessoas. Cada execução deixa registo próprio da fase, do motor, do momento e do custo. O conteúdo da entidade não é usado para treinar modelos. A qualificação jurídica final do sistema cabe à entidade e ao seu encarregado de proteção de dados, e a plataforma entrega o registo que sustenta essa análise.

Como é que a plataforma ajuda na auditoria e na rastreabilidade?

A organização por sessão, ponto, documento, presença, votação e resultado cria um histórico estruturado e auditável. As ações relevantes são escritas num registo de auditoria com autor, momento e contexto, que sai em CSV. E cada ata impressa leva um manifesto de validação: identificador único, resumo criptográfico SHA-256 do conteúdo e um endereço público onde qualquer pessoa confirma que o texto que tem em mãos é o que foi gerado e não foi alterado depois. É a diferença entre dizer que o arquivo é de confiança e deixar que um terceiro o verifique sem pedir autorização a ninguém.

Como decorre a implementação numa entidade nova?

O arranque típico inclui configuração inicial da entidade, importação de órgãos e membros, definição de permissões por perfil, apoio na estruturação das primeiras sessões, formação operacional dos responsáveis e acompanhamento técnico durante as primeiras semanas de utilização real.

É possível arrancar por fases?

Sim. A implementação pode começar pela gestão de sessões e documentos, evoluir para votação eletrónica e portal público, e finalmente integrar transcrição automática, atas com IA e apoio a transmissão. O ritmo é definido pela entidade.

Quanto custa a Plenários.pt?

O preço é adaptado ao tipo e dimensão da entidade, ao volume de sessões e aos módulos contratados, e geralmente assenta em subscrição anual. É apresentado depois da demonstração, numa proposta para o contexto específico da entidade interessada.

O que mostra a demonstração?

O fluxo completo aplicado ao vosso tipo de órgão, os benefícios concretos e o impacto medido em tempo poupado. A proposta de preço para o vosso contexto segue depois da demonstração. Os detalhes técnicos internos de configuração e funcionamento não são mostrados, porque são propriedade intelectual do produto. Os aspetos sensíveis são tratados em conversa direta com quem decide.

Vinte e cinco minutos

Tragam uma ata vossa. Mostramos o que a plataforma faria com ela.

É a forma mais rápida de perceber se isto serve: o vosso regimento, o vosso tipo de órgão, a vossa terminologia. Sem apresentação de vendas nem compromisso.

  • Percorremos uma sessão inteira, do agendamento à publicação
  • Respondemos ao encarregado de proteção de dados no mesmo dia
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